
Gerenciamento do sistema de etiquetas
Etiquetagem, marcação e codificação
Etiquetagem do BarTender
Rastreamento de itens e inventário
BarTender Track & Trace
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Global
Cuidados de saúde
Empresarial
Sinopse
Um farmacêutico de uma importante unidade de saúde nos Estados Unidos usa o BarTender em conjunto com o RxToolkit para aumentar a segurança dos pacientes e enfrentar os desafios específicos associados ao uso de canetas de insulina em hospitais.
Hospitais que disponibilizam canetas injetáveis para a administração de insulina a pacientes internados enfrentam desafios incomuns de rotulagem. Um profissional de farmácia utilizou uma solução que incorpora o software de etiquetas BarTender para desenvolver um sistema de etiquetagem inovador, aumentando a segurança dos pacientes.
A introdução da caneta de injeção, em 1985, tornou a vida com diabetes tipo 1 mais controlável. Os pacientes consideraram o sistema de canetas, que inclui um cartucho e uma agulha descartável, mais prático para transporte e aplicação do que o frasco e a seringa convencionais. As canetas proporcionaram dosagem exata e confiável.
No entanto, com esse avanço na tecnologia farmacêutica, surgiram novos desafios para a segurança do paciente.
Apesar de as canetas terem sido desenvolvidas para autoinjeção pelo paciente e uso em casa, elas também se tornaram o método preferido pelos hospitais para administração de insulina à beira do leito, gerando um conjunto específico de problemas.
Quando um frasco e uma seringa são utilizados para fornecer insulina, o mesmo frasco pode ser empregado em diversos pacientes. Contudo, o cartucho de uma caneta de insulina não é igual a um frasco.
“Embora a agulha descartável seja trocada após cada injeção, células humanas intactas podem percorrer a agulha e entrar no cartucho durante o processo”, afirmou Chuck DiTrapano, RPh, gerente de operações da farmácia de uma unidade de saúde de destaque nos EUA.
Alguns hospitais não reconheceram essa distinção e, a princípio, não conseguiram restringir o uso de um cartucho a um único paciente, o que resultou em contaminação cruzada. Em março de 2009, a Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA emitiu um alerta sobre o problema, informando que o uso de uma caneta de insulina por vários pacientes poderia transmitir doenças. O FDA citou casos de dois hospitais em que o uso compartilhado de canetas de insulina pode ter exposto cerca de 2.000 pacientes a HIV e hepatite C, mesmo com troca de agulha após cada injeção.
Ainda que um hospital restrinja o uso de cartuchos a um único paciente, a contaminação cruzada pode acontecer por um simples descuido humano, como a mistura de canetas de insulina de diferentes pacientes à beira do leito.
Todos os medicamentos têm prazo de validade e necessitam de manuseio adequado para garantir a eficácia. No caso das canetas de insulina, elas devem ser transportadas do fabricante farmacêutico e armazenadas na farmácia sob refrigeração.
“Quando uma caneta é retirada da refrigeração e dispensada, sua janela de uso muda”, disse DiTrapano. Insulina não refrigerada tem prazo de validade de 7 a 42 dias (7, 14, 28, 30 ou 42) quando mantida em temperatura ambiente, variando de acordo com produto, volume e marca. Assim, o farmacêutico deve calcular a nova data de validade e anotá-la na caneta no momento da dispensação.
Para garantir a segurança dos pacientes, é fundamental que um medicamento seja utilizado dentro da sua janela específica. No entanto, para a equipe do hospital, gerenciar com precisão a ampla variedade de datas de uso e descarte pode ser um desafio.
O emprego seguro de uma caneta de insulina requer uso exclusivo por um único paciente, identificação clara do paciente e verificação da data de validade do dispositivo em temperatura ambiente.
O Institute for Safe Medical Practices (ISMP) definiu práticas recomendadas de rotulagem rígidas. Para garantir a segurança dos pacientes, uma etiqueta deve incluir duas formas de identificação do paciente, como nome e número do prontuário médico, além de informações apropriadas sobre condições de armazenamento, identificação do medicamento e data de validade.
O ISMP também sugere uma estratégia de nomenclatura conhecida como “Tall Man lettering”, que utiliza uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas para facilitar a distinção e identificação de medicamentos com nomes semelhantes, auxiliando os profissionais de saúde a prevenir possíveis erros de dosagem perigosos.
Infelizmente, canetas de insulina não são fáceis de etiquetar.
“Existem softwares de dispensação muito caros que podem calcular validade e dosagem e imprimir essas informações na etiqueta”, explica DiTrapano, “porém, a posição da etiqueta é inadequada: ela pode ser colocada no corpo da caneta, o que esconde as informações do produto, ou na tampa, possibilitando que o profissional que manuseia duas canetas coloque a tampa etiquetada na caneta errada.”
Além disso, o diâmetro estreito da caneta dificulta a impressão legível de todas as informações necessárias.
DiTrapano começou a usar o BarTender em 2004. “Nosso hospital instituiu novos procedimentos para garantir a segurança dos pacientes, incluindo protocolos para escanear etiquetas de medicamentos e pulseiras de identificação quando a medicação era administrada à beira do leito”, explica. “Procurei por um sistema farmacêutico de etiquetagem de código de barras que ajudasse a cumprir essas exigências, mas, na época, não havia nada disponível comercialmente que atendesse às nossas necessidades.”
Embora alguns sistemas de farmácia gerassem etiquetas, nenhum oferecia a personalização e a interconectividade exigidas pelas farmácias das unidades regionais.
Além disso, nenhum deles gerava texto em Tall Man. “O ISMP nos fornece diretrizes, não regulamentações, mas seguimos as boas práticas rigorosamente. A segurança dos pacientes é nossa prioridade, e não ter o texto em Tall Man é inaceitável”, explica DiTrapano.
Além de sua função como profissional de farmácia, DiTrapano também é presidente da HMMRx, cuja missão é melhorar a segurança de medicamentos. Para enfrentar os desafios reais de segurança dos pacientes apresentados por DiTrapano, seu parceiro de negócios e CIO da HMMRx, John Neville, criou uma nova solução de gerenciamento de segurança de etiquetagem farmacêutica, o RxTOOLKIT®.
O software de etiquetas BarTender® da Seagull Scientific é parte essencial da solução de etiquetagem RxTOOLKIT. Além do design e impressão de etiquetas, o sistema usa o VB Scripting no BarTender para calcular doses automaticamente, capturar informações de identificação do paciente e conectar-se a bancos de dados farmacêuticos nacionais para cada medicamento dispensado. A solução combinada foi projetada para atender aos requisitos exatos de dispensação de aplicações que vão da UTIN e pediatria até cálculos precisos de infusão intravenosa e redução gradual da dosagem em terapias com imunoglobulina.
No caso de produtos que precisam ser misturados ou reconstituídos na farmácia, o RxTOOLKIT consulta informações nos bancos de dados nacionais para determinar a quantidade de cada princípio ativo, excipiente ou diluente com base no medicamento e na dosagem individuais do paciente.
O uso hospitalar de canetas de insulina se mostrou ideal para a solução RxTOOLKIT e BarTender.
Com a solução combinada para criar uma etiqueta de dispensação, o farmacêutico pode escanear o código na etiqueta do fabricante da caneta de insulina ou digitar a palavra “Insulina” no campo fornecido. Nesse último caso, é exibido um menu suspenso com nomes de marcas de insulina. Depois que um produto é selecionado, a etiqueta é exibida na janela de formatação.
As informações de validade são preenchidas automaticamente com base nas datas de validade em temperatura ambiente da marca selecionada de caneta de insulina.
O farmacêutico então escaneia ou digita o MRN ou o nome do paciente. O modelo aplica automaticamente as melhores práticas do ISMP, incluindo letras maiúsculas no nome do paciente, letras minúsculas no nome do farmacêutico dispensador e duas formas de identificação do paciente.
Após a impressão, a etiqueta é fixada à caneta por um método inovador de aplicação de etiquetas farmacêuticas, criado por DiTrapano especificamente para canetas de insulina. Trabalhando com a TSI Associates, ele criou a Clear Connect Label,™, uma capa adesiva transparente que prende a etiqueta do paciente à caneta de insulina. Todas as informações de paciente, dosagem e validade exigidas para a dispensação e uso seguros da caneta ficam visíveis, sem cobrir as informações do fabricante.
O RxTOOLKIT está implantado em farmácias hospitalares dos Estados Unidos. As etiquetas de caneta de insulina RxToolkit conectam os principais integrantes da equipe em todas as áreas da saúde, utilizando códigos de barras criados pelo software de etiquetagem BarTender para que dados precisos e essenciais sejam acessíveis de forma imediata. Os enfermeiros passam menos tempo procurando por informações sobre dosagens e medicamentos e mais tempo cuidando dos pacientes, enquanto a identificação confiável diminui o risco de confusão entre os pacientes. Como o BarTender automatiza cálculos essenciais, o potencial de erro é reduzido, aumentando a confiança e a eficiência da equipe clínica. O RxTOOLKIT e o BarTender são fundamentais para a comunicação, oferecendo mais segurança aos pacientes, processos otimizados e redução de custos.

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